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| Agências de Notícias |
Agência de notícia é uma
empresa jornalística responsável por captação, cobertura, produção, venda e
difusão de notícias como produto jornalístico. Esse tipo de órgão negocia
diretamente com veículos de comunicação – rádios, televisão, sites, jornais
impressos, entre outros - que são a ponte entre a mesma e os consumidores de
informação.
As agências de notícias
surgem durante o século 19, quando se percebe a impossibilidade dos grandes
veículos de comunicação cobrirem a grandes notícias ao redor do mundo. Questões
financeiras, tempo hábil de produção e envio de conteúdo e disponibilidade de
profissionais na área onde ocorreu o fato jornalístico são os principais
motivos que os veículos dão preferência a compra de notícias “pré-fabricadas”.
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| A Reuters possui um lucro anual de 230 milhões de libras. |
Uma dos mais famosos
pioneiros no ramo de agências de notícias é o alemão Julius Reuters, criador da
mais bem sucedida agência de notícias da atualidade, a Reuters. A agência foi
criada em 1851, e transmitia através do telégrafo, informações sobre o mercado
financeiro de Londres até Paris, além de furos jornalísticos, com os quais a
mesma alcançou grande fama.
Hoje, a Reuters emprega
milhares de funcionários, em mais de duzentos países, com textos em diversos
idiomas, sendo considerada uma das mais valiosas empresas do ramo jornalístico
no mundo.
Tecnologia
É bem verdade que esse “boom”
das agências de notícias não seria possível se não houvesse o suporte tecnológico
que avança, dando suporte e fazendo parte da vida de jornalistas e organizações
até os dias de hoje.
Os critérios básicos da
noticiabilidade são a surpresa, o imediatismo – o que ainda sustenta o rádio,
na minha mais humilde opinião – o pioneirismo, pois ninguém que saber do que já
foi sabido.
Portanto desde a época do
telégrafo, passando pelo rádio, telefone, fax, computador, satélites, internet, WWW, smarthphones
e chegando a era da Web 2.0 e mídias sociais, onde o jornalismo colaborativo/participativo
dá suporte/pauta o jornalista e as organizações, a tecnologia anda de mãos dadas
com o jornalismo.
Segmentação
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| Consumidores das agências de notícias. |
É importante destacar que a
agências se dividem em duas principais categorias: nacionais e internacionais.
As nacionais são aquelas que produzem notícias dentro do país, por exemplo, uma
empresa que produza informações nos diversos estados do país, onde as grandes
emissoras não têm interesse ou estrutura para chegar, vende matérias “extraordinárias”
para estes veículos.
Já as internacionais, a exemplo
da Reuters, com estrutura e pessoal, cobre a maioria dos acontecimentos
políticos, econômicos, de interesse humano, enfim, que possua algum critério de
noticiabilidade, e vende para grandes empresas de comunicação, como as televisivas:
Globo, BBC, CNN, entre outras, impressas, como o New York Times, Le Monde, El
País, Folha de São Paulo, além das radiofônicas e web sites.
Há àquelas que são ainda
mais específicas, como as agências específicas para assuntos de esporte,
tecnologias, ciências, fofocas, e outras que são institucionais, que produzem notícias sem fins lucrativos, com o único objetivo de alimentar órgãos a comunicação de órgão, em geral públicos.



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