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| Layout e Interatividade. |
Os
sites dos jornais The Sydney Morning Herald, The China Daily, The New York
Times, The Irish Time e do The Guardian são caracterizados por seu visual
clean, bem organizados em editorias e subeditorias. Seus layouts de fundo branco
facilitam a leitura, destacados por detalhes azuis (manchetes, corpo da notícia
na página principal, entre outros), excetuando o irlandês The Irish Times, que possui
estes detalhes em preto. O The Times of India é o que foge a regra dos padrões
apresentados anteriormente.
Dentre
os seis jornais analisados, os que mais se destacou em questão de estrutura de
layout foi o irlandês, The Irish Times, pois ele se apresenta de forma
extremamente organizada, preocupado com o conforto do leitor na hora da
leitura. Já o The Times of India, embora seja um grande site noticioso indiano,
peca em todos os sentidos referente à sua composição, o que mais me desagradou
nele, foi a incapacidade organizacional do site.
Quanto
à interatividade, o The New York Times e o The Times of India possuem a maior
capacidade de se conectar com o leitor favorecendo interação entre os leitores,
o TOI é o que possui esta característica de forma mais marcante, criando uma
mini “rede social” no site. Todos, de um modo geral, me agradaram no quesito
interatividade, atendendo os padrões básicos de jornalismo online.
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| The Sydney Morning Herald. |
Sua estrutura principal é marcada por três
colunas verticais, poucas imagens de pequeno tamanho. Já a publicidade é mínima
e se localiza nas margens da página, não poluindo a principal área de leitura.
A logomarca vem de um estilo clássico que data das publicações jornalísticas do
século 19. As principais notícias são apresentadas em uma coluna horizontal com
quatro manchetes nas fotos.
| Login com a página do TSMH. |
Na
questão da interatividade, o TSMH é bastante atuante. O jornal oferece os
recursos de login com página, que pode ser feito através das contas do Twitter
e do Facebook do leitor. Desta forma, o usuário pode guardar na sua “conta”, um
histórico das, que em sua opinião, são as melhores reportagens, histórico,
notícias, além de benefícios.
Quando
o leitor adentra a notícia, é possível comentar – se estiver logado, além de
recomendar no Facebook, compartilhar no Twitter, no Google +, ou até mesmo,
enviar por email. Através das notícias lidas, o jornal recomenda notícias para
o usuário na parte inferior das notícias ou pelo Newsletter.
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| The China Daily. |
A
página principal também dividida em três colunas, porém, a exemplo do TSMH,
utiliza pouquíssimas imagens em contrapartida de muito conteúdo: manchete e
início da notícia, tornando uma leitura cansativa.
A
logomarca é moderna, seguindo os layouts de páginas de internet. Não foi identificado
nenhuma publicidade, além da do próprio grupo jornalístico que o jornal chinês
pertence e do governo chinês, porém quando o usuário entra na página da notícia
que o interessa, é possível visualizar apenas publicidade comercial nas partes
superior e inferior da página.
O
jornal é bastante interativo. Inicialmente convida os leitores a seguir suas
contas no Twitter e no Facebook. É possível compartilhar a notícia em mais 130
redes sociais, além da disponibilização de aplicativos para dispositivos móveis
que facilitam a visualização e leitura do jornal – Tablets, celulares, entre
outros.
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| The New York Times. |
Inicialmente,
o jornal americano The New York Times apresenta suas notícias de forma
misturada, sem distribuição a partir de editorias, porém elas se encontram na
lateral da página – editorias e subeditorias. Só há publicidade do próprio
jornal.
A
estrutura é dividida em boxes que, propositalmente, não respeitam um padrão
geométrico de tabela. Sua fonte assemelha-se ao do jornal impresso, porém, ao
invés de tornar a leitura cansativa, o jornal tem uma composição que estimula a
visualização, com poucas imagens de tamanhos diferenciados.
O
jornal, como recurso interativo, oferece a assinatura e aplicativo para assinatura
digitail, além disponibilizar o link para segui-lo nas redes sociais: Facebook
e Twitter. O usuário pode, a exemplo do jornal australiano, registrar-se e
criar uma conta, pela qual o usuário fará comentário, salvar a notícia ou mandá-la
por email.
É
possível, ainda, compartilhar a notícia – que possui diversos hiperlinks direcionando
para outros assuntos relacionados -, em redes sociais, como Facebook, Twitter,
Google +, Tumblr e Reddit.
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| The Time of India. |
Dentre
os analisados, o mais desorganizado no quesito layout. Inicialmente possui um
amontoado de manchetes sequenciadas, sem nenhum atrativo, misturadas a
publicidade, que é excessiva e polui completamente a página.
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| Ranking de usuários. |
Utilização
mínima de imagens, e as que são utilizadas estão em tamanho extremamente
reduzido. Mais abaixo é possível visualizar as editorias em boxes, com as
notícias mais recentes em destaque.
Quando
o usuário clica em uma notícia, o mesmo padrão de desorganização continua: muita
publicidade, muita informação na página, porém o jornal oferece muitos recursos
de interatividade: Hiperlink no texto e recurso de compartilhamento com
Twitter, Facebook, Google +, entre outros.
Dentre
os recursos, o leitor pode salvar a matéria no seu computador, enviar por
email, ver notícias relacionadas e comentar através de login com a página ou
por suas contas no Twitter e Facebook.
O
jornal incentiva a interatividade entre os leitores, criando um sistema onde é
possível aprovar, desaprovar, recomendar ou marcar como ofensivo os comentários
dos outros leitores, através deste foi criado um ranking que estabelece os
perfis mais influentes.
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| The Irish Times. |
Se
não houvesse publicidade logo acima do título e na parte lateral da página, o
site do jornal irlandês seria o mais clean entre os analisados, porém estas
publicidades, embora poucas, diminuíram o impacto da logomarca simplista do
jornal.
Logo
abaixo da logo, localizam-se as editorias, destacadas por cores diferentes. Na
parte inferior, a composição é marcada por duas estruturas principais: a
esquerda é composta pelas principais notícias, editorias e suas manchetes que
são salientadas por grandes fotos.
A
da direita divide-se entre as notícias populares, vídeos, galerias, blogs e o
convite para seguir/compartilhar as páginas do jornal no Twitter, Facebook e
Google +. Quando uma notícia específica é acessada a coluna direita continua na
estrutura.
A
interatividade encontrada na notícia, que também utiliza-se de hiperlinks, é
básica: enviar por email, compartilhamento via Facebook, Twitter, Google + e
mais outros 300 modos de partilhar a notícia.
O
britânico The Guardian é composto por quatro linhas verticais e duas
horizontais na parte inferior. Muitas matérias divididas por linhas, que
facilitam as divisões das manchetes. Tanto na parte direita da página, quanto na
parte inferior da logomarca do site é possível visualizar as editorias,
subeditorias, institucional, vídeos, galerias, entre outros.
As
notícias do The Guardian são hiperlincadas, onde o jornal oferece aos leitores
na parte inferior do texto notícias relacionadas e as notícias do mesmo assunto
que saíram em outros jornais, além do histórico da notícia, contando cronologicamente
matérias que saíram referente ao assunto relacionado.
Seguindo
os padrões de interatividade dos jornais apresentados anteriormente, o The
Guardian oferece a plataforma para o leitor compartilhar a notícia via Facebook
(no qual é possível conectar a conta ao jornal), Twitter, Google + e Linked in,
além de enviar por email. O usuário ainda pode contatar o jornal através da
própria página do site, retificando a notícia, dando a opinião quanta mesma,
entre outras atribuições.
Por Larissa Nascimento









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